A Netflix trouxe em 2024 um dos filmes mais assistidos do ano: o filme “Joy”, dirigido por Ben Taylor. A produção explora a origem desafiadora da fertilização in vitro, retratando o impacto científico e social dessa conquista histórica.
Inspirado em fatos reais, o filme revisita os anos 1960 e 1970, destacando a dedicação de três pioneiros que enfrentaram críticas e obstáculos para realizar o sonho de milhões de famílias.
O contexto histórico e a audácia científica
Nos anos 1960, as opções para casais que não podiam ter filhos eram limitadas à adoção ou à aceitação de sua condição. Neste contexto, Richard Geoffrey Edwards, um cientista em Cambridge, liderou uma equipe determinada a superar as barreiras biológicas.
Sendo assim, com poucos recursos e apoio limitado, ele uniu forças com o obstetra Patrick Steptoe, um especialista igualmente visionário, para desafiar os limites da medicina reprodutiva.
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A narrativa de “Joy” combina a ciência rigorosa com os desafios emocionais enfrentados pelos protagonistas. Jean Marian Purdy, uma enfermeira e embriologista, desempenha um papel central na trama, enfrentando críticas sociais e familiares enquanto contribui para o avanço da pesquisa.
Momentos marcantes e reações do público
O filme intensifica a tensão ao mostrar a luta da equipe contra o conservadorismo da época. Entre os momentos de destaque, está o confronto entre Edwards e James Watson em um debate televisivo, simbolizando a polarização entre ciência e valores tradicionais.
No entanto, a grande virada acontece em julho de 1978, com o nascimento de Louise Joy Brown, a primeira bebê concebida por fertilização in vitro. Esse marco não apenas silenciou críticos, mas também abriu caminho para a realização de um sonho para milhões de famílias em todo o mundo.
Impacto da fertilização in vitro na sociedade
Desde o nascimento de Louise, mais de 12 milhões de crianças foram geradas por meio da fertilização in vitro, redefinindo os limites da medicina e da biologia. “Joy” não apenas celebra esse feito, mas também destaca os sacrifícios e a resiliência de seus pioneiros, mostrando que a ciência tem o poder de transformar vidas.
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Em síntese, a produção recebeu elogios por sua abordagem equilibrada, entrelaçando aspectos técnicos e emocionais. A sensibilidade do roteiro, assinado por Emma Gordon, Rachel Mason e Jack Thorne, fez com que o filme se tornasse uma das principais atrações da Netflix. Veja o trailer abaixo:
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