5 aspectos dos jogos retrô que nos encantam até hoje

Qualidades que fazem dos jogos retrô inesquecíveis e indispensáveis para os amantes de videogames

Mesmo em meio a tecnologias avançadas e gráficos hiper-realistas dos games atuais, o charme dos jogos retrô permanece intocado, trazendo lições que muitos dos jogos modernos, com toda sua grandiosidade, não conseguem replicar. Aqui, listamos cinco das principais qualidades dos jogos retrô que fazem deles verdadeiras joias que continuam a nos cativar ao longo do tempo.

5. Foco na jogabilidade

Pac-Man (Foto: Reprodução)
Pac-Man (Foto: Reprodução)

Os jogos retrô priorizavam a jogabilidade em sua essência. Ou seja, ao contrário de muitos jogos modernos, que trazem gráficos cinematográficos e histórias complexas, os títulos antigos apostavam em mecânicas bem definidas e desafios progressivos.

Esse foco na jogabilidade, aliás, era a alma de games como Pac-Man e Tetris, onde o principal objetivo era melhorar a habilidade do jogador, sem distrair com efeitos visuais ou narrativas complexas.

A simplicidade dos controles e a curva de aprendizado faziam desses jogos acessíveis, mas ainda desafiadores, criando um equilíbrio que muitos jogos modernos têm dificuldade em reproduzir.

LEIA MAIS: 3 grandes polêmicas do novo filme da Branca de Neve explicadas

4. Jogos curtos e menos cansativos para concluir

Mega Man™ X (Foto: Nintendo/Reprodução)
Mega Man™ X (Foto: Nintendo/Reprodução)

Os jogos retrô permitiam que os jogadores aproveitassem uma aventura completa em um curto período de tempo. É o caso, por exemplo, de títulos como Mega Man e Castlevania, que tinham um tempo de duração acessível, possibilitando que fossem terminados em um final de semana ou até em uma tarde dedicada.

Isso era uma vantagem, principalmente para quem tinha tempo de tela limitado pelos pais, como era o caso de muitas crianças e adolescentes.

Hoje, enquanto os jogos modernos tendem a ser longos e complexos, a simplicidade e a capacidade de completar um jogo retrô em um curto espaço de tempo faz falta.

3. Propriedade e preservação dos jogos

Cartucho do jogo Super Mario World para Super Nintendo (Foto: Reprodução)
Cartucho do jogo Super Mario World para Super Nintendo (Foto: Reprodução)

Uma das maiores qualidades dos jogos retrô é o conceito de “posse”, muito semelhante ao que sentíamos (e sentimos ainda, em alguns casos) quando compramos um livro físico. Ou seja, naquela época, possuir um jogo significava ter uma cópia física que poderia ser jogada a qualquer momento, sem preocupações com serviços de distribuição ou acessos restritos.

Porém, hoje, com o avanço dos jogos digitais, muitos títulos estão sujeitos a licenças e políticas que limitam o acesso do jogador. Você não pode, por exemplo, simplesmente entregar o seu CD ou cartucho para um amigo levar para casa e jogar, como antigamente.

A gente entende que esse problema acaba tornando os jogos retrô ainda mais especiais, pois continuam acessíveis para quem possui o cartucho ou CD original, além de favorecerem a preservação da história dos games.

LEIA MAIS: Filme épico estrelado por Tom Hanks pode ser assistido de graça. Confira!

2. Experiências offline

Na era dos jogos retrô, não havia necessidade de se conectar à internet para aproveitar uma aventura completa. Inclusive, essa simplicidade trazia vantagens como a total falta de preocupação com quedas de conexão ou servidores, ou com as inconvenientes atualizações fora de hora que levam um tempão para serem concluídas.

Jogos como Super Mario Bros. e Sonic the Hedgehog, por exemplo, já eram autossuficientes, de modo que tudo o que o jogador precisava era de habilidade e paciência.

Hoje, embora ainda existam jogos offline, muitos requerem uma conexão para progressos ou atualizações, o que acaba interrompendo a experiência direta que os jogos retrô ofereciam.

1. Originalidade e variedade de títulos

Os jogos retrô exploravam temas e mecânicas variadas com ousadia, sem se prender a franquias já consagradas.

Empresas como a Capcom, Nintendo e SEGA, por exemplo, lançavam uma série de títulos que tentavam coisas novas e corriam riscos criativos. E isso era possível, em parte, porque o custo de desenvolvimento era menor, o que possibilitava com que os estúdios experimentassem ideias que podiam ou não ter sucesso.

LEIA MAIS: Primeiro filme de Jack Ryan está em produção – O que esperar?

Hoje, no entanto, muitos estúdios grandes concentram seus esforços em grandes franquias, enquanto os jogos independentes são os responsáveis por trazer a originalidade.

Comentários estão fechados.