Oscar 2025: vitória de “Ainda Estou Aqui” gera celebração e destaque na mídia internacional
Brasil em festa! "Ainda Estou Aqui" vence o Oscar e ganha destaque mundial, colocando o cinema brasileiro no centro das atenções
O Brasil celebrou uma conquista inédita na história do cinema nacional: o filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional. Este marco representa a primeira vez que uma produção brasileira é laureada com a estatueta dourada na principal premiação do cinema mundial.
O longa-metragem narra a história de Eunice Paiva, cujo marido, Rubens Paiva, um deputado federal de esquerda, desapareceu durante a ditadura militar no Brasil em 1971. O enredo destaca a resiliência e a coragem de Eunice diante da adversidade. Fernanda Torres e sua mãe, Fernanda Montenegro, dão vida a diferentes fases da vida de Eunice, com atuações que receberam muitos elogios da crítica.
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A vitória de “Ainda Estou Aqui” foi anunciada pela atriz espanhola Penélope Cruz, provocando uma onda de celebrações em todo o país. Milhões de brasileiros comemoraram nas ruas e em suas casas, expressando orgulho pela conquista histórica.
Em seu discurso de aceitação, Walter Salles dedicou o prêmio a Eunice Paiva e às atrizes que a interpretaram:
“Em nome do cinema brasileiro, é uma honra tão grande receber isso de um grupo tão extraordinário. Isso vai para uma mulher que, depois de uma perda tão grande em um regime tão autoritário, decidiu não se dobrar e resistir… Esse prêmio vai para ela: o nome dela é Eunice Paiva. E também vai para as mulheres extraordinárias que deram vida a ela. Fernanda Torres e Fernanda Montenegro.”
Repercussão internacional
A repercussão internacional também foi significativa. Veículos de imprensa ao redor do mundo destacaram a importância da vitória para o cinema brasileiro e a relevância do tema abordado no filme.
Antes dessa conquista, o Brasil acumulou indicações ao Oscar em diversas ocasiões, mas não venceu. Filmes como “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho” (1995), “O Que É Isso, Companheiro?” (1997) e “Central do Brasil” (1998) disputaram na categoria de Melhor Filme Internacional, mas não conquistaram a estatueta.
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A conquista de “Ainda Estou Aqui” representa um marco para o cinema nacional. Além disso, abre portas para futuras produções brasileiras no cenário internacional e destaca a riqueza das histórias e talentos presentes no país.
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