Eventos que a humanidade nunca verá: veja fenômenos que levarão milênios para acontecer!
Conheça os fenômenos astronômicos e terrestres que acontecerão em um futuro tão distante que ninguém da humanidade estará vivo
Ao longo do tempo, cientistas têm conseguido prever acontecimentos naturais e astronômicos com base em estudos sobre o universo e a Terra. No entanto, muitos desses eventos levarão milhares ou até milhões de anos para ocorrer. A seguir, veja quais são os fenômenos que a humanidade não estará viva para presenciar.
4 fenômenos que só acontecerão em milhares ou milhões de anos
A colisão da Via Láctea com Andrômeda

Começando por um fenômeno astronômico, estima-se que, dentro de cerca de 4 bilhões de anos, a nossa galáxia, a Via Láctea, se fundirá com a galáxia vizinha, Andrômeda. Embora não se espere o choque direto entre estrelas, as mudanças no céu serão profundas. Haverá novas formações e deslocamentos cósmicos, alterando a posição do Sol no universo.
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Chernobyl segura apenas em 22.000

Na Terra, um marco histórico da era moderna ainda gera impactos duradouros. O acidente nuclear de Chernobyl, ocorrido em 1986, deixou níveis de radiação tão altos que a área mais próxima do Reator 4 só será considerada segura no ano 22.000. Embora algumas partes da zona de exclusão já recebam turistas, o acesso completo ainda levará milênios.
Pirâmide do Tempo

Em outro exemplo de longo prazo, temos uma obra artística em andamento que exige séculos de paciência. Criada pelo artista alemão Manfred Laber, a Pirâmide do Tempo recebe um bloco de concreto a cada 10 anos. Para que o projeto seja concluído, serão necessários 120 blocos, o que estende a data final para o ano 3183.
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Monte Rushmore

Além disso, há fenômenos que dizem respeito à resistência do que já existe. O Monte Rushmore, com os rostos esculpidos de quatro presidentes dos EUA, pode permanecer intacto por mais 7 milhões de anos. Isso se deve à erosão extremamente lenta do granito, que desgasta menos de 0,3 cm a cada 10 mil anos.
Dessa forma, embora não possamos acompanhar pessoalmente esses eventos, saber que já estão mapeados demonstra o quanto a ciência consegue prever os movimentos da natureza e nos lembra de quão breve é a existência humana diante da linha do tempo do universo.
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